O material é semelhante a uma pequena folha de papel plástico, muito fina, leve e, acima de tudo, resistente. Durante a fase de testes, os pesquisadores usaram o papel, inclusive, para fazer origamis, provando que ele mantém características de papeis comuns, apesar de sua eficiência e uso diferenciado.
De acordo com o material publicado na revista Phys.Org, uma folha simples do novo papel pode armazenar 1F, quantidade equivalente à de supercapacitores já disponíveis no mercado. Ele também pode ser recarregado centenas de vezes e em alguns segundos.
O polímero de celulose é um material com alta capacidade de conduzir íons e elétrons, isso explica o grande armazenamento de energia. Ao contrário dos sistemas comuns, o papel é feito a partir de materiais simples, como a celulose e um polímero amplamente disponível.
O grande desafio dos pesquisadores agora é encontrar uma maneira de produzir o “papel elétrico” em grande escala, para que ele seja disponibilizado no mercado e possa competir com outros sistemas de armazenamento de energia.